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Dercy
Finalmente, porraaaa!

Agora sim, eu tenho certeza de que NINGUÉM é eterno nesse mundo. 101 anos depois – ou 103, segundo cálculos da própria – Dercy deixou o plano terrestre nesse último sábado. Eu tinha apostado que ela chegava, no mínimo, aos 200.
Saudades dos palavrões à parte, esse acontecimento é muito preocupante. Acompanhem o raciocínio:
Dercy Gonçalves morreu depois de mais de um século de vida.
Libertaram a Ingrid Betancourt, depois de seis anos seqüestrada.
A Espanha venceu a Eurocopa, após mais de 40 anos em jejum
Tipo assim...o que mais podemos esperar de 2008?
Escrito por Babi às 20h23
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Resta 1
Rompimentos de contrato
Desde quando comecei minha carreira proletária – há exatos três anos – cada saída de qualquer amigo ou colega me deixava triste. Se essa pessoa era bem próxima de mim, então, o meu mundo desabava. Perdia a vontade de ir trabalhar e parecia que uma atmosfera de solidão pairava no dia-a-dia.
Quando deixei o meu antigo emprego para entrar no atual, fui trazida para casa aos prantos. A felicidade por conseguir, finalmente, um emprego na minha área foi afogada pela quantidade de lágrimas que eu derramei por deixar algumas pessoas e histórias para trás. Com o passar do tempo, o aprendizado de que a gente não deve permitir que as relações no trabalho ganhem uma dimensão a ponto de nos abalar tanto emocionalmente me deixou um pouco mais forte e, de certa forma, mais fria.
Desde que estou nesse trabalho já vi muita gente legal ir embora. Muitas vezes, por motivos que até hoje são difíceis de serem bem digeridos. Mas, eu sempre procuro pensar que essas mudanças e passagens são coisas da vida e que temos que aprender a aceita-las e entender que as pessoas não são peças fixas na nossa vida.
Nessa sexta-feira, foi o último dia de trabalho do meu editor, a pessoa que me contratou para o jornal. Poderia escrever várias linhas falando da importância que ele teve nesse início da minha trajetória jornalística, mas acho melhor guardar as boas lembranças na minha memória. Afinal, a gente tem que aprender que são coisas da vida e que não vale a pena sofrer. Mas, são dias de despedida, como o de hoje, que me trazem a certeza de que, apesar desse tempo todo, eu ainda não consegui aprender isso muito bem. E, talvez, não consiga nunca!
Categoria: Sentimentalidades
Escrito por Babi às 22h26
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Do passado
Planos de criança
“A casa em que eu vou morar quando eu crescer vai ser muito grande e muito bonita. Vai morar eu, o meu marido, o meu filho e a minha filha. Ela vai ter um quintal bem grande, com um jardim que tem flor amarela, branca e roxa e onde a gente vai guardar o carro, que a gente usa para passear e ir no clube no sábado. Eu vou ser veterinária para poder cuidar dos bichinhos todo dia e quando eu chegar em casa eu vou cuidar da Lady também, porque eu vou levar ela para morar comigo quando eu casar, mas a minha mãe e o meu pai não querem deixar eu levar ela porque eles gostam muito dela. Eu quero casar quanto eu tiver 22 anos e o meu marido também. Ele vai ter cabelo preto, vai trabalhar muito e vai ser uma pessoa muito boazinha. Quando ele chegar em casa do trabalho a noite a gente vai jantar e vai sair para passear com os filhos e tomar sorvete quanto não tiver fazendo frio. O meu filho vai nascer primeiro e vai chamar Alex porque era assim que o meu irmãozinho ia chamar, só que ele morreu quando ainda tava na barriga da minha mãe. A irmãzinha vai ser linda e vai ter cabelo liso e comprido e todo mundo vai brincar e se divertir no jardim com a Lady. Aí um dia a gente vai na praia e todo mundo vai dar muita risada de tudo e a gente vai foto pra colocar em cima da mesa da sala. A minha vida vai ser muito legal e bonita e muito feliz.”
* Transcrita de um caderninho de 1ª série, de 1993. Com as devidas correções gramaticais atualizadas.
E pensar que, desses sonhos todos, não foi só a Lady que morreu.
Categoria: Crises
Escrito por Babi às 22h23
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Oscar
Parte VII – Em Busca do Lead Perdido –
A Saga do TCC
“And the Oscar goes to....”
E o tão aguardado Oscar da Dublagem – uma das pautas principais de nosso TCC – aconteceu no último sábado, 12. A premiação ocorreu durante o Anime Friends, um festival de animação japonesa realizado anualmente em São Paulo, freqüentado por pessoas fantasiadas de maneiras esquisitas e que se comunicam por meio de plaquinhas, como se fosse um MSN ao vivo. Como resolveram colocar o Oscar da Dublagem nesse meio, lá se foi o trio (dessa vez, acompanhado dos meninos) para conferir o espetáculo. Para facilitar a leitura de vocês e tornar esse relato um pouco mais dinâmico, vamos dividir esse capítulo da saga em alguns tópicos:
* Desorganização:
A grande decepção do local não foi pelo conteúdo do evento em si, já que a parte que realmente nos interessava (os dubladores) mostraram-se, como sempre, acessíveis, simpáticos e com boas histórias para contar.
A parte péssima do evento – e, talvez, o que explica a pouca importância que a grande imprensa dá ao Anime Friends – é o total despreparo da organização em receber e tratar os jornalistas que ali estão presentes. Pela primeira vez, passamos pelo maior stress desde que a saga do TCC começou, já que aquele que deveria ser o responsável pelo controle do acesso da imprensa – e que, antes, tinha garantido que todos nós estávamos devidamente credenciados – nos recebeu com gritos e vetou nossa entrada.
Depois de brigas com ‘organizadores’, de expulsão por seguranças e coisas do tipo, conseguimos chegar aos bastidores onde os dubladores estavam, graças ao fato da assessoria ainda respeitar o poder de certos veículos de grandíssima penetração. Mas, enfim as devidas reclamações serão feitas diretamente para a assessoria do evento, já que eu não tive disposição de ir atrás do cara novamente apenas para manda-lo à puta que pariu.
* Sindicalismo na dublagem:
O Oscar, pelo jeito, não deve ter uma importância tão grande assim para a classe, já que grande parte dos premiados nem estiveram ali presentes para receber os troféus. Apesar disso, vários profissionais importantes da área estiveram ali, muitos deles vindos do Rio de Janeiro (o que foi ótimo para nós).
Dentre agradecimentos e histórias, o que marcou a noite foram reclamações pela má fase do mercado, pela subvalorização das horas trabalhadas e pela picaretagem dos estúdios de fundo de quintal que tiram trabalhos e dinheiro dos profissionais sérios. Praticamente uma versão século XXI daqueles comícios do PT, de São Bernardo do Campo.
* Cavaleiros do Zodíaco ainda bombam:
Os Animes e desenhos dominam boa parte das indicações das 13 categorias de prêmio do Oscar. Mas o que eu e ninguém de nós imaginava era que os saudosos Cavaleiros do Zodíaco ainda faziam tanto sucesso. Pelo menos na dublagem, o seriado japonês dos anos 90 ainda está com tudo e levou boa parte das estatuetas. O legal disso é que o estúdio responsável pelas gravações desse desenho é a Central Dubrasil, da Zódja Pereira, uma experiente dubladora e maravilhosa pessoal que já tínhamos entrevistado há dois meses e que nos deu uma puta força na noite de ontem, também. Agradecemos a ela por nos indicar quem entrevistar, mostrar quem era quem e nos levar ao seu filho, o dublador do Seya e autor do ‘Meteoro de Pégasus’ (que é igualmente uma gracinha)!
* Considerações finais:
- Por que que sempre quando alguém tem uma idéia brilhante (como, por exemplo, colocar o MP3 para gravar embaixo da caixa de som), sempre vem um filho da puta para tirar o negócio do lugar?
- O Mupy (aquele suco de saquinho) agora virou hype!
- O coro de ‘dubla, dubla’, com o qual a platéia recebia cada pessoa que ia falar no microfone, era ótimo.
- A Vila Guilherme é um lugar esquisito.
- Meninos, de verdade, valeu pela força! (apesar de vocês terem usado o release para limpar o vidro do carro). Presença garantida no memorial de agradecimento. - Alguém pode me explicar, com precisão, o que é ‘Naruto’?
Categoria: TCC
Escrito por Babi às 20h37
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Apagão
Sem rede e sem rumo
A pane no serviço de banda larga da Telefônica que atingiu praticamente todo o Estado de São Paulo na noite da última quarta-feira, 2 de julho, trouxe-nos à tona duas grandes considerações importantes. A primeira delas, obviamente, é a confirmação da merda que é ter somente uma companhia controlando todo o tráfego de dados virtuais de todos os órgãos públicos e privados de nossa região. A segunda – um pouco mais séria – é a certeza de que nossa sociedade não consegue mais sobreviver sem a internet.
Esses quase dois dias de ‘apagão’ foram suficientes para comprovar isso. Serviços essenciais ficaram paralisados, empresas não puderam cumprir seu expediente de forma normal e, a maioria de nós, teve que descobrir alternativas para não bater a cabeça na parede pelo fato de não pode bater papo no MSN e nem fuçar no Orkut. Mais do que uma ferramenta de trabalho, a internet adquiriu o mesmo grau de necessidade básica do ar, da água e dos alimentos. Sem ela, nós morremos.
Vocês podem até achar que eu sou a única pessoa no mundo que demorou tanto para chegar a essa conclusão e eu assumo que a repercussão da pane me fez pensar em uma realidade que eu, até então, não tinha me dado conta que havia caminho para esse ponto. A certeza de saber que o motor de nosso cotidiano está preso em uma telinha de poucos centímetros de largura e correndo dentro de fios invisíveis me dá medo. A dependência é tamanha que uma das coisas de que mais se falou nesses dias foi do possível ressarcimento que a Telefônica deveria prestar para os usuários que passaram a quinta e a sexta chupando o dedo e da indignação de quem, mesmo depois da empresa declarar que estava tudo resolvido, ainda não conseguia fazer as pazes com a conexão do Speedy. Negar a internet ao povo virou crime.
E, obviamente, esse é um patamar do qual não dá mais para retroceder. Outro dia, em uma conversa informal entre amigos, alguém comentou que o maior atentado terrorista que alguém poderia fazer no mundo atual não seria em torres, monumentos ou símbolos financeiros de nenhum país. Bastaria destruir o servidor do Google. Nada arrasaria mais a humanidade do que perder todos os dados salvos no Gmail.
De qualquer forma, o incidente dessa semana serve como um alerta para que os profissionais da internet se estruturem para conseguir carregar o mundo nas costas. O legal disso é que, pelo menos por dois dias, a gente pôde matar a saudade de práticas bem antigas, como usar o fax, falar ao telefone, procurar alguma outra atividade no plano não-virtual e parar para uma conversinha com quem está do seu lado. Coisas que estão cada vez mais saindo de moda.
Obs1: Esse post não foi publicado anteriormente porque o meu ilustre bairro foi um dos últimos a ter o serviço do Speedy restabelecido.
Obs2: Apesar das dificuldades trazidas pelo apagão, informo que a rede do meu trabalho estava firme e forte, o que me impediu de ter bons momentos de ócio. Obs3: As menções à Folha Online feitas no post são um merchandising gratuito!
Categoria: Filosofias de buteco
Escrito por Babi às 22h16
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Segundo tempo
Parte VI - Em Busca do Lead Perdido -
A Saga do TCC
Embora eu tenha parado de postar os capítulos dessa saga com a freqüência que idealizei inicialmente, informo que, durante esse tempo, o trio deu continuidade ao desenvolvimento de nossa série de reportagens. Talvez não tanto o quanto deveríamos ter dado
Ou, se olharmos por outro ângulo, posso afirmar que fizemos muito, considerando todas as demais obrigações que temos na vida. Na verdade, em um trabalho de conclusão de curso, muitas coisas são relativas. Podemos achar, algumas vezes que tudo está muito fácil e, no dia seguinte, descobrir que há 1500 pedras emperradas em nosso caminho. Assim como podemos fazer uma entrevista super empolgante e entrar numa fase de bode total logo em seguida, nem querendo mais ouvir falar no assunto.
Acho que passei por todas essas sensações nesses últimos meses. Mas, apesar de todas as dificuldades que possam ter surgido – e das que ainda vão surgir – eu nunca deixei de acreditar que eu tenho em mãos um tema bom, divertido, que me trouxe a possibilidade de conhecer um mundo incrível, que eu não fazia idéia que existia. Os problemas existem, são pesados e muitas vezes, trazem a vontade de chutar o balde geral. É a voz que some, são as pessoas que não dão retorno, é a paciência que se esgota ou é o cérebro que teima em não mais funcionar. Mas, como eu faço questão de dizer sempre, no final de tudo, o amor vai ter que vencer!
Por isso, eu afirmo (e peço as forças necessárias para isso) que posso desanimar de tudo esse ano, menos desse TCC. Mais do que um post, isso é uma promessa e um comprometimento com o meu grupo. Porque, muito mais do que por mim mesma, é por elas (que me deram um tema, um rumo, um grupo de verdade e uma demonstração de apoio, carinho e força que só existem nas grandes amizades) que eu quero – e vou – fazer o melhor trabalho do mundo. E, só para dar uma notícia concreta: passamos pela qualificação do meio do ano. Que venha o segundo tempo!
Categoria: TCC
Escrito por Babi às 22h40
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Respirando fundo
Alívio
Apenas gostaria de comunicar que estivemos fora do ar por problemas técnicos.
Agora, já que o mais árduo de todos os anos da minha existência chegou ao seu tempinho de intervalo, a tendência é voltarmos com os novos capítulos da saga do TCC (que, aliás, entrará na ‘operação inverno’), com os comentários ultra-relevantes sobre os fatos da atualidade e sobre as eternas e sarcásticas lamentações sobre a minha vida e as dos outros. É só o tempinho de recuperar o fôlego!
Categoria: Crises
Escrito por Babi às 21h16
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Apocalipse
Apocalipse acadêmico
“E chegará o dia em que tudo que outrora te inspirou responsabilidade será relegado aos últimos dos planos de suas preocupações. Nessa mesma época, tuas forças não te deixarão mais pensar e produzir o mínimo necessário para cumprir os compromissos cotidianos. A atmosfera da sua sala de aula te sufocará a ponto de não permitir sua presença naquele local por um período que ultrapasse uma hora. O relógio correrá contra a sua vontade, fazendo com que você perca, por escolha própria, a completa noção do tempo. Seus amigos passarão a não mais te alegrar e a única companhia que você ainda irá querer será a de si mesmo. As coisas perderão graça, as risadas se tornarão falsas e a solidão se abaterá sobre o seu ser. Ainda que alguns dias sejam de sol, para você sempre será inverno. E, nos poucos dias em que você desejar apenas um abraço, não existirão braços para te acolher.”
E o resto, será silêncio.
Categoria: Crises
Escrito por Babi às 19h43
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Enquete II
No mundo errado
Mais uma enquete aos queridos leitores desse blog:
Assim, se por acaso, algum dia, de repente, alguém fosse buscar uma ajuda ou apoio psicológico para agüentar o tranco do dia a dia e ouvisse como resposta que o seu problema advém do fato de você ser evoluído(a) demais para este mundo, o que seria mais conveniente fazer:
A- Dar risada
B- Se matar
C- Dar risada e, em seguida, se matar
D- Arquitetar maneiras de extinguir a atual população mundial, o que faria você reinar absoluto com seus pensamentos em seu mundo
E- Chorar copiosamente, afinal o fato de você ser mais evoluído(a) nunca permitirá que a humanidade te compreenda
F- Sair por aí dando uma risadinha sarcástica para todos que cruzarem seu caminho dizendo, mentalmente, ‘como eu sou superior a você, seu torôxa!’
G- Gritar pela sua mãe
H- Chutar o balde e ir vender sanduíche na praia sem usar filtro-solar
I- Se fingir de louco para tentar ganhar antecipadamente o dinheiro da aposentadoria do INSS
J- Ligar para o ‘Fala que eu te escuto’
L- Entrar em contato com a Nasa, solicitando passagem para a próxima missão espacial fora da Terra
M- Usar seus poderes para tornar a humanidade seus escravos
N- Colocar essa característica pessoal no seu curriculum
O- Beber para comemorar
P- Beber para esquecer
Q- Beber para relaxar
R- Sair cantando o hit ‘Não está sendo fácil’
S – Todas as anteriores
T – N.D.A
Participem. Sua opinião é extremamente importante. Lembrando que é apenas uma hipótese, viu gente!
Categoria: Crises
Escrito por Babi às 23h49
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Paraíso
No Paraíso Terrestre
Em fases difíceis, nada melhor do que tirar um dia para visitar o Paraíso. Ainda que tal visita exija que você acorde antes das 6h da manhã em um domingo de outono.
Quando você vai a algum lugar no qual os três pilares de sustentação que o formam são os princípios da Bondade, da Verdade e da Beleza, não há como não sentir uma faísca interna que nos aproxima de uma força maior que, muitas vezes, não precisa de uma concreta definição para ser percebida.
Não se trata de uma religião, mas sim de busca por paz de espírito. Ainda mais quando é exatamente essa paz o pedido mais forte e mais carente que o seu coração faz. E é tão bom quando você consegue encontra-la no correr das águas de uma cachoeira, no colorido incrível de uns canteiros de flores ou na sensação quente do sol queimando a pele quando deitamos em uma grama verde.
Eu ainda não sei se em algum plano desse universo existe, de fato, um Paraíso. Mas, posso dizer que mais ou menos perto daqui - em Guarapiranga - há uma boa amostra grátis dele.
Sei que, dentre tantas carências, essa paz ainda é insuficiente. Mas, pelo menos por esse dia, foi a que esteve ao meu alcance.

O paraíso, visto por um dos seus não-melhores ângulos.
Categoria: Filosofias de buteco
Escrito por Babi às 21h18
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Santo Antônio
Já que um santo não ajuda...
Já que São Jorge não foi nem um pouco fiel com a nação corinthiana no jogo de ontem a noite, só resta mesmo apelar para Santo Antônio.
Ah e, logicamente, para aqueles que hoje comemoram hoje o Dia dos Namorados, que o amor esteja, mais do que nunca, no ar.
Mas para mim, este ano, 12 de junho é apenas a véspera de Santo Antônio!

Simpatias, alguém?
Categoria: Crises
Escrito por Babi às 09h03
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Rolling Stone
Visão do Inferno
E quando você pensa que já viu de tudo.....

...sempre vem a imprensa para mostrar que é possível piorar!
Nota de esclarecimento: quando questionados sobre o porquê de terem feito isso, os moços do ‘NX Zero’ deram a seguinte justificativa: "Para todo mundo ver quem a gente realmente é". Medo!
Categoria: Filosofias de buteco
Escrito por Babi às 22h55
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Do amoroso esquecimento
Post para o dia de hoje
De um ano para outro muita coisa pode acontecer. Algumas situações permanecem, outras alteram-se totalmente. Algumas pioram, mas outras melhoram. Umas evoluem, outras paralisam. Algumas começam e outras retornam. Mas, existem certas coisas que, simplesmente, desaparecem.
Mas, sempre vai existir algum dia do ano que vai fazer com que a lembrança disso que desapareceu retorne às nossas vidas. E é nesses dias singulares que percebemos que tais coisas podem ter sumido da realidade. Mas elas nunca deixarão de fazer parte do nosso imaginário. Por mais que a gente não queria que isso aconteça.
Eu queria escrever um post bonito e bem elaborado, que exemplificasse o dia de hoje. Como não sou capaz, me contentarei com a mais simples – e a mais verdadeira – das mensagens:
DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu agora - que desfecho! Já nem penso mais em ti... Mas será que nunca deixo De lembrar que te esqueci?
Mário Quintana
Categoria: Sentimentalidades
Escrito por Babi às 23h09
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Nostalgia
O começo do fim
Na semana passada eu tirei as fotos para o convite e o álbum de formatura da faculdade. Não participarei do baile, de fato, mas as fotos com a sala quase todos tiramos. E, pelo jeito, elas ficaram bonitas.
Mas, desde aqueles cliques, o cronômetro da ‘contagem regressiva’ que fará com que, daqui alguns meses, tudo aquilo chegue ao fim, foi disparado. E eu não estou nem um pouco preparada para isso. Eu ainda tenho saudades da sujeira da tinta do trote.
Não vejo a hora de me ver livre do peso de tantas obrigações. Mas eu não posso pensar que aquele clima da sessão de fotos vai virar passado. Aliás, acho que sou que ainda não me dei conta de que muitas coisas, pessoas e sensações que foram construídas ali já estão virando passado. E, até quando for possível, eu não quero mais pensar nisso.
Categoria: Crises
Escrito por Babi às 09h00
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Aparências
Forma X Conteúdo
Desde aquela semana em que meu blog foi colocado nas paradas de sucesso eu venho pensando em escrever um post sobre um dos comentários que uma visitante deixou, que acabou me fazendo refletir sobre alguns pontos esquisitos da minha personalidade. O que ela fez foi uma ressalva básica, dizendo que algumas coisas dessa página poderiam melhorar, inclusive o layout – algo que todo mundo que aqui entra também deve achar.
Obviamente dei total razão a ela e reconheci que a ‘roupa’ desse meu blog não anda obedecendo às tendências mais recentes do mundo fashion. Para justificar eu até poderia fazer um texto atribuindo essa falha à total inaptidão técnica da peça localizada entre o monitor e a cadeira. Mas eu me recordo de já ter mencionado os problemas que tenho com a tecnologia em alguns posts anteriores. Minha relação com computadores é básica, seca e objetiva. Tenho inveja de quem sabe usar, não entendo a linguagem dos programas e qualquer tecla adicional que eu precise apertar já me causa pânico.
Em vez de ficar divagando sobre minha burrice, entretanto, preferi partir do comentário dela para chegar a um outro ponto que, de certa forma, se relaciona com a questão. Em uma rápida retrospectiva da minha vida, descobri que eu tenho tendência em desprezar a forma para dar atenção demais ao conteúdo. Quando criei este blog a única coisa que achei importante era ter um espaço em branco e caracteres em Arial para materializar as idéias estúpidas que me vinham na mente. Cores, estilo, linhas, formas foram coisas que deixei em último plano. Não por considerá-las menos importantes, mas por achar que eram as palavras que deveriam ser o centro de tudo.
Antes que vocês pensem que eu sou uma desleixada com tudo, deixo claro que a coisa não é bem assim. Tenho um mínimo de senso de organização e um grau de vaidade suficiente que me possibilita um entendimento com o espelho diariamente, antes de sair de casa. Mas confesso que muitos rótulos, aparências e imagens, para mim, não significam nada. (Comentário este que deixaria meu professor de Design em Revistas – aquele que me chamou de ‘pré-adolescente’ – chocado).
Lembro que, enquanto as meninas na escola desfilavam com os cadernos cor-de-rosa coloridos em todo começo de ano, eu ficava quietinha e feliz com o meu material escolar simples. Minha lancheira também nunca era a mais bonita. Geralmente era a mais neutra, cujo fecho era o mais prático de abrir. Não por economia e nem por chatice, mas porque eu não me importava em ter aquelas coisas. Geralmente, eu nunca vi graça naquilo que todo mundo achava bonito, apesar de, logicamente, ter discernimento para enxergar o que é bonito e o que é feio. Muita gente pode chamar isso de mau-gosto e de falta de percepção e de senso estético. Talvez até o seja. Mas, já com uma certa bagagem de experiência, eu acredito que tive grandes vantagens por ser assim, afinal, aprendi o exercício de achar graça somente nas coisas que, de fato, têm graça. Coisa que sempre apliquei, involuntariamente, na minha vida sentimental, por exemplo. Sempre olhei para os meninos bonitos, mas dificilmente me interessava por eles. A maior parte dos caras por quem já me apaixonei não chamavam a atenção pela beleza. Mas, posso garantir que só eles tinham as risadas mais gostosas, o senso de humor mais incrível, os olhares mais calmos, as mentes mais vivas e os corações mais doces. Coisas que, muitas vezes, só eu via (e vejo). Ainda bem!
Categoria: Sentimentalidades
Escrito por Babi às 09h25
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E o ‘Cidade Limpa’?
Retrato pessimamente mal-tirado do trecho da frente da famigerada, hypada e badalada 13ª Delegacia de Polícia de São Paulo.

Para quem não conseguiu ler: ‘Os Nardoni e a Jatobá vão queimar no mármore do inferno’
Obs1: O ilustre detento já foi transferido de ‘moradia’ há algum tempo.
Obs2: Eu juro que ao vivo, inserida no contexto urbano da Casa Verde, ela tem um efeito bem mais divertido.
Escrito por Babi às 23h38
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Desilusões perdidas
Trabalhar para quê?
Depois de bater o recorde de 13 horas dentro de uma redação e de ter sentido, pela primeira vez, que aquela tão assustadora história da ‘pane cerebral’ realmente existe, a gente passa a questionar muitos valores. E a dar total, plena e completa razão para o autor da máxima abaixo*.
“ O jornalismo é uma excelente profissão, desde que abandonada a tempo”.
Ernest Hemingway
*Só faltou ele ensinar o que a gente deve tomar para se livrar do vício!
Categoria: Filosofias de buteco
Escrito por Babi às 18h45
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Agradecimentos
Valeu, galerinha!
Como não quero tomar o precioso tempo de vocês, vou reservar um pequeno espaço para agradecer pelo prestígio a mim dispensado nessa ‘semaninha de fama’. Como vocês próprios puderam notar, a Uol não tem o mínimo de critério, esse blog não tem nada demais e a mantenedora dele tem neurônios a menos.
Mas, confesso que foi bom ver o movimento daqui agitar. Depois de quase dois anos de existência, nem a minha mãe mais visitava esta página. Portanto, agradeço pelas visitas, pelas re-visitas, pelos comentários, pelos elogios, pelos incentivos, pelas críticas e para quem está pouco se lixando para o que se passa nessas linhas. Essa movimentação faz bem para o ego de qualquer blogueiro amador, podem ter certeza.
Tentarei responder os comentários (porque sou educada) um a um (porque sou metódica), aos poucos (porque sou muito ocupada), de forma sintética (porque escrevo demais). E, se algum dias, vocês não tiverem absolutamente nada de melhor para fazerem em vossas vidas, o Pensamento Desconexo estará sempre com as portas – e a página – abertas! E, como eu tenho novidades do TCC para contar, histórias absurdas para compartilhar e crises pseudo-existenciais para dramatizar, chega de enrolação e voltaremos aos posts ‘normais’. Antes que a fama me suba à cabeça.
Categoria: Sentimentalidades
Escrito por Babi às 22h25
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Celebridade
15 minutos de fama
Gente, olhem isso: o UOL colocou este meu glorioso blog na lista dos mais legais da semana! Quer dizer que, mais alguém (além de mim e de vocês 5) sabem da existência do Pensamento Desconexo.
Como não pretendo fazer um evento comemorativo pela repercussão - já que estou sem dinheiro, sem paciência e sem tempo – usarei a minha fama repentina para fazer alguns apelos que quero, mas que, até então, não havia tido espaço para executar. Afinal, a gente tem que aproveitar a fama para alguma coisa, né:
- Atenção, dubladores! Como todo mundo aqui já deve ter percebido, meu TCC é sobre a dublagem no Brasil. Portanto, se você que estiver lendo for – ou conhecer – algum dublador, por favor deixar seu contato. As meninas Superpoderosas agradecem!
- E, já falando em TCC, uma parte importantíssima dele precisará ser feita na Cidade Maravilhosa. O que, obviamente, acarretará em custos exorbitantes para a saúde financeira de 3 estagiárias. Portanto, apoio monetário é totalmente bem-vindo.
- Para ninguém dizer que eu sou socialmente irresponsável, também dei início à campanha de ‘Apoio às vítimas do terremoto na China’. Quem tiver bom coração pode depositar a ajuda diretamente na minha conta!
- Registro meu ÓDIO mortal à reforma nas calçadas da Avenida Paulista. Além de me fazer torcer o pé e perder um tamanquinho, o prefeito agora tirou o meu querido e companheiro ponto de ônibus do lugar em que eu sempre esperava o Edu. Agora, sou obrigada a andar léguas (leia-se dois quarteirões) para tentar voltar para casa.
- Recado importante a quem entrou aqui pela primeira vez: eu JURO que não sou esse poço de reclamações e dramas. Estou vivendo uma fase difícil, mas sou completamente equilibrada. (A foto em que fui perseguida pelos gansos e a pose com o pingüim da Linux são meros incidentes).
- Recado para que vêm aqui sempre: Prometo que, ao lado do meu nome na calçada da fama blogueira, estarão os nomes das pessoas mais fiéis ao Pensamento Desconexo. A vocês, o meu amor eterno (porque dinheiro, esqueçam!)
Categoria: Crises
Escrito por Babi às 11h45
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